Poesias cantadas

Alda Lara - ALDA LARA (Alda Ferreira Pires Barreto de Lara Albuquerque. Benguela, Angola, 9.6.1930 - Cambambe, Angola, 30.1.1962). Era casada com o escritor Orlando Albuquerque. Muito nova veio para Lisboa onde concluiu o 7º ano dos liceus. Frequentou as Faculdades de Medicina de Lisboa e Coimbra, licenciando-se por esta última. Em Lisboa esteve ligada a algumas das atividades da Casa dos Estudantes do Império. Declamadora, chamou a atenção para os poetas africanos. Depois da sua morte, a Câmara Municipal de Sá da Bandeira instituiu o Prémio Alda Lara para poesia. Orlando Albuquerque propôs-se editar-lhe postumamente toda a obra, e nesse caminho reuniu e publicou já um volume de poesias e um caderno de contos.

 

 


 

 

Poema cantado de Carlos Drummond de Andrade

 

 


 

 

Aceitarás o amor como eu o encaro? - Lyric Video - Mário de Andrade

 


 

 

Poema de sete faces - Carlos Drummond de Andrade

 


 

Ainda que mal - Poesia de Drummond musicada por Belchior

 


 

 

Uma canção de Vinicius de Moraes e Toquinho, cantada e ilustrada por Adriana Calcanhotto.

 


 

 

“Rosa de Hiroshima” é um poema de Vinícius de Moraes, musicado por Gerson Conrad na canção de mesmo nome e interpretada pela banda “Secos & Molhados”. Fala sobre a explosão atômica de Hiroshima. O poema alude aos bombardeios das cidades de Hiroshima e de Nagasaki, no Japão, durante a Segunda Grande Guerra, que hoje (24/08/2014) está completando 60 anos de seu lançamento. A música foi lançada em 1973, no disco de estreia do grupo. Ela traduz um grito pacifista e antinuclear, durante a ditadura militar do Brasil, tendo sido apresentada em show ao vivo no Maracanãzinho em meados de 1974. Ela foi incluída entre As 100 Maiores Músicas Brasileiras de todos os tempos.

 


 

 

Canteiros - Fagner, baseado no poema Marcha de Cecilia Meirelles

 


 

 

Motivo - Cecília Meireles - Cantada por Fagner


 

                       Florbela Espanca - Nascimento: 8 de Dezembro de 1894 - Morte: 8 de Dezembro

                       de 1930. Poesia- Fanatismo - Cantada por Fagner.